Ontem estive num restaurante e vi o desentendimento de um casal, aparentemente por um motivo fútil. Um estava alegre e exteriorizando esta alegria, outro não satisfeito com esta exteriorização condenou publicamente seu parceiro(a). Resultado do desequilíbrio familiar.
Hoje pela manhã fomos a uma padaria tomar café e vimos o espancamento de uma mulher pelo seu companheiro(?) em plena luz do dia, deixando chocados eu, minha esposa e meu filho. Resultado do desequilíbiro familiar.
O que podemos aprender nos dois casos acima? Será que Deus está inerte ao ponto de não ver famílias serem despedaçadas? Não, de forma alguma o Senhor está longe dos nossos problemas, assim como jamais nos deixará sozinhos. O que acontece é que nós, seres humanos, nos afastamos de Deus ao ponto de esquecer os Seus ensinamentos, a Sua Palavra, as Suas promessas e principalmente o Seu amor.
A cada dia procuramos viver nossas vidas alicerçadas em nossos próprios desejos e aspirações, esquecendo que "lâmpada para os meus pés é a Sua Palavra, e luz para o meu caminho". Na realidade, repito, nós nos afastamos de Deus.
No sermão da montanha Jesus nos diz: "Bem aventurados os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos Céus. Bem aventurados os que choram, porque eles serão consolados. Bem aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra."
Aí está a resposta para os dois casos citados anteriormente. Precisamos ser mansos e humildes, e seremos abençoados e abençoadores. Precisamos ser a diferença neste mundo hostil em que vivemos, este é o ensinamento proporcionado pelo Senhor para as nossas vidas.
Ser a diferença é ser SAL e LUZ do mundo. É ser significativo e transformador na sociedade em que vivemos, é ser exemplo para aqueles que nos observam mesmo quando não percebemos que somos observados. Significa não estarmos de mãos vazias no Dia do Senhor.
Sigo em frente, orando para todas as famílias que precisam de ajustes. Orando para que os casais entendam o significados de serem "dois numa só carne". Orando para que o mundo aprenda a suprema excelência do amor registrada em 1 Coríntios 13:1-13.
"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor."
Que “A graça seja com todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo em sinceridade. Amém!”
Pb. Tarcísio Medeiros
Em Natal/RN, 19/09/10.
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19/09/2010
A suprema excelência do amor
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